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Por Bruno Ferreira Porto
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03 de December de 2007 |
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Com exceção dos dispositivos puramente pirotécnicos como os da Figura 77 e Figura 78, todos os demais sistemas dependem de comandos elétricos para atuarem. A eletrônica embarcada em um foguete deve ser capaz de detectar um ou todos os principais eventos de um vôo e aplicar a resposta programada.
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Por Bruno Ferreira Porto
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03 de December de 2007 |
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A finalidade dos sistemas de recuperação é trazer de volta ao solo sem danos ou riscos para pessoas e propriedades, os experimentos e o próprio foguete. Em geral são formas de produzir arrasto aerodinâmico suficiente para se diminuir a velocidade de queda. Existem muitas formas de se obter o efeito, as mais comuns foram resumidas pelo site INFOcentral, (33), e estão listadas a seguir:
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Por Bruno Ferreira Porto
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03 de December de 2007 |
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Durante a fase de desenvolvimento de um foguete experimental é muito importante que se possa simplificar e obter de forma rápida os dados do desempenho de vôo. Altitude, velocidade e aceleração máximas bem como a velocidade e altitude do fim da combustão são parâmetros chave de vôo. Alguns deles em geral são requisitos da missão.
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Por Bruno Ferreira Porto
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03 de December de 2007 |
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A forma mais simples para se obter o centro de pressão do foguete é a técnica descrita por Barrowman, (27), em 1966. Nesta técnica o centro de área da projeção do foguete determina a posição do centro de pressão. Esta técnica é apenas uma aproximação e não permite se conhecer a variação do CP ao longo do vôo, também não determina o coeficiente de arrasto.
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Por Bruno Ferreira Porto
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03 de December de 2007 |
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O arrasto é uma das principais forças agindo sobre a estrutura do foguete. Ele é o resultado do avanço do foguete no ar e pode ser expresso pela Equação 100 para velocidades subsônicas e pela Equação 101 para supersônicas.
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Última Atualização ( 11 de December de 2007 )
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